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OS MECANISMOS DAS RELIGIÕES E SEUS ASPECTOS PSICOLÓGICOS.

  • Moyses Araujo
  • 14 de jun. de 2016
  • 11 min de leitura

O que na verdade as pessoas buscam nas religiões? Terão as religiões realmente o poder de resolver problemas dos indivíduos? Porque algumas religiões influenciam de forma tão drástica a vida das pessoas?

Não resta dúvida que as religiões tem tido através dos tempos um papel muito importante na história da humanidade. E como tudo na vida existem aspectos positivos e negativos, tanto no lado político, social e econômico, como no lado psicológico, as religiões tem atuado poderosamente sobre a vida das pessoas.

Antes de adentrarmos ao estudo central, façamos algumas análises etimológicas.

Definições

Ninguém discute que religião (palavra existente em português desde o século 13) seja um termo derivado do latim religio, religionis — “culto, prática religiosa, cerimônia, lei divina, santidade”. A questão é: de qual verbo esse substantivo é a forma nominal, relegere ou religare?

Relegere, isto é, “reler, revisitar, retomar o que estava largado”, pode ser visto neste contexto como o ato de reler e interpretar incessantemente os textos de doutrina religiosa ou, quem sabe, como a retomada de uma dimensão (espiritual) da qual a vida terrena tende a afastar os homens. Essa tese era defendida na antiguidade por Cícero e foi compartilhada no século 19 pelo latinista português Francisco Rodrigues dos Santos Saraiva, autor do influente dicionário que leva seu nome.

No entanto, já na antiguidade tardia — e entre muitos autores modernos, como o contestado etimologista brasileiro Silveira Bueno — ganhou popularidade a tese, provavelmente romântica, que liga o vocábulo religião ao verbo religare, “religar, atar, apertar, ligar bem”. A ideia de que caberia à religião atar os laços que unem a humanidade à esfera divina tem lá sua força poética, o que talvez explique o sucesso desta versão.

No latim, religio designava “respeito”, “reverência”. A palavra deriva de relegere, em que re-, “de novo”, está associado ao verbo legere, “ler”, abrigando o sentido de “tomar com atenção”. Uma pessoa vive a religião quando, uma e outra vez, cuida escrupulosamente de algo muito importante, algo que deve ser cultuado.

Tecnicamente, religião é um conjunto de sistemas culturais e de crenças, além de visões de mundo, que estabelece os símbolos que relacionam a humanidade com a espiritualidade e seus próprios valores morais. A palavra religião é muitas vezes usada como sinônimo de fé ou sistema de crença, mas a religião difere da crença privada na medida em que tem um aspecto público. A maioria das religiões tem comportamentos organizados, incluindo hierarquias clericais, uma definição do que constitui a adesão ou filiação, congregações de leigos, reuniões regulares ou serviços para fins de veneração ou adoração de uma divindade ou para a oração, lugares (naturais ou arquitetônicos) e/ou escrituras sagradas para seus praticantes. A prática de uma religião pode também incluir sermões, comemoração das atividades de um deus ou deuses, sacrifícios, festivais, festas, transe, iniciações, serviços funerários, serviços matrimoniais, meditação, música, arte, dança, ou outros aspectos religiosos da cultura humana.

Independente da origem, o termo é adotado para designar qualquer conjunto de crenças e valores que compõem a fé de determinada pessoa ou conjunto de pessoas. Cada religião inspira certas normas e motiva certas práticas.

Só para esclarecer: Ateísmo é a ausência de crença em qualquer tipo de deus, muitas vezes se contrapondo às religiões teístas. Agnosticismo é a postura filosófica que afirma ser impossível saber racionalmente sobre a existência ou inexistência de deuses e sobre a veracidade de qualquer religião teísta, por falta de provas favoráveis ou contrárias. Deísmo é a crença na existência de um Deus criador, mas questiona a ideia de revelação divina.


Fanatismo Religioso

E falando de religião, não podemos deixar de falar em Fanatismo Religioso, que é uma forma de fanatismo caracterizada pela devoção incondicional, exaltada e completamente isenta de espírito crítico, a uma ideia ou concepção religiosa. Em geral, o fanatismo religioso também se caracteriza pela intolerância em relação às demais crenças religiosas. Um fanático religioso é, muitas vezes, um indivíduo disposto a se utilizar de qualquer meio para afirmar a primazia da sua fé sobre as demais.

Os atentados terroristas promovidos por organizações fundamentalistas islâmicas, tais como a Al-Qaeda, o Talibã, o Hezbollah, o Hamas, o Fatah al-Islam, as Brigadas dos Mártires de Al-Aqsa, o Estado Islâmico do Iraque e do Levante e o Jihad Islâmico Palestino, que além de não terem o apoio da população local, na verdade não expressam a posição de seus líderes religiosos, sendo apenas resultado de fanatismo e interesses radicais e políticos. Estes atos deram origem a Islamofobia, que é o sentimento de ódio ou de repúdio em relação aos muçulmanos e ao Islamismo em geral. Este tipo de aversão ao islamismo vem acontecendo principalmente nos Estados Unidos, no Canadá, na Europa e em Israel, devido aos atentados terroristas (os quais na esmagadora maioria de vezes não são apoiados), daí surge o preconceito com os Islâmicos. Eis um dos aspectos psicológicos negativos das religiões e seus efeitos sociais.

Mecanismos das religiões

Citando a fala do pastor Ed René Kivitz em um de seus vídeos:

“Culpa, Medo e Ganância — Benefício: Hoje em dia tornou-se um negócio extremamente lucrativo fundar-se uma igreja ou templo seja lá qual for. Pseudossábios, espíritos hipócritas, sem pena ou piedade usam e abusam da boa-fé dos crentes. Porque raros são aqueles que procuram uma fé, ou a oração, espontaneamente, por amor, por convicção. A grande maioria de nós só se volta pra Deus quando experimentam uma agonia, angustia ou doença. E aí que as religiões estão se firmando, as instituições religiosas tem crescido muito, como um bom negócio de capitalização a médio prazo”.

Quem de nós nunca foi atormentado pela consciência de culpa? Sentimos culpas por ação ou inação, atos errados praticados, o mal que fizemos nessa ou em outras vidas que criam nódulos nas camadas de nosso inconsciente e carregam-se de energia negativa pela eternidade.

Quem de nós não nutre medos? Medo da morte, medo de doenças, da falência, da traição. Traumas de infância, experiências frustradas, empreendimentos falidos, decisões erradas, prejuízos para si e para terceiros, dividas não pagas.

Tudo isso gera depressão, angústia, ansiedade, neuroses, psicoses, esquizofrenias, que são portas de entrada para nossos desafetos, nossos inimigos nos encontrarem, nos torturarem e escravizarem, ai entram também as obsessões.

Por outro lado, quem de nós não almeja uma vida financeira melhor? Mais conforto, posses, bens, status social, beleza, prazeres, liberdade, dinheiro, fama.

Quem de nós em sã consciência, pensa verdadeiramente em caridade? Fraternidade? Dividir o pão? Perdoar? Doar sem esperar receber em troca?

Quem de nós espontaneamente pensa em meditar, orar, estudar o evangelho fazer uma autoanálise? Em se preparar para uma vida espiritual?

Então, é através dessas fraquezas humanas, que as religiões têm estabelecido seu controle. Como a maioria dos fiéis entra por uma dessas portas, basta que se criem estratégias para a culpa, para a dor, para o medo e para a prosperidade. E com palavras bem aplicadas, bem embasadas em estudos bíblicos manipulados, com promessas de vida melhor conquistam-se os fiéis.

É possível que muitos “milagres” ocorram, mas não por mérito da instituição religiosa, nem do padre, do pastor ou do “pai de santo”, mas por mérito exclusivo daquele que o obteve, ou por sua fé, seu pensamento positivo, ou por seu merecimento, por programação espiritual.


Confissão, Penitência, Indulgência

Essas disposições formam a tríade de controle dos fiéis. Uma boa confissão serve para aliviar a consciência de culpa, uma penitência adequada lhe dará o martírio que sua alma pede e uma contribuição em dinheiro, irá pagar o seu pecado e demonstrar o tamanho de sua fé em Deus, quase como um holocausto na época antiga, mas que porem, serve apenas ao enriquecimento material das instituições religiosas, para aumentar o poder de seus dirigentes, exacerbar o orgulho, a vaidade, um status que jamais obteriam na vida não fosse por esse meio. Pois decerto, um Deus- Amor, um Deus-justiça ou um Deus-Ciência não se agradará disso.

Imagem do Deus vingativo

Exploração do medo, fé obrigada — Ainda hoje, prega-se um Deus punitivo e vingativo que poderá amaldiçoar até a 3ª. Geração do pecador.

Criam-se dogmas, regras castradoras, tabus, tudo se impõe ao fiel pelo medo da ira de Deus, estabelecendo uma Fé obrigada e não raciocinada. Não há interesse em despertar a consciência dos fiéis, pois isso os levaria à Libertação (das religiões).

Não há porque explicar que para tudo no universo existe uma lei de causalidade (causa-efeito).

Deus espiritual que abençoa ou amaldiçoa

Exploração da consciência de culpa. É o Deus que condena ao inferno, que persegue seus inimigos, só abençoa aos que o obedecem. Não é o Deus-Amor.

Deus que se agrada de sacrifícios, oferendas e holocaustos — ofertas, quanto maior a ganância maior a oferta e a expectativa de troca — aqui vemos fiéis ignorantes em sofrimento profundo que se despem até de suas roupas para “dar a Deus” e também aqueles gananciosos que fazem trocas com Deus nas “fogueiras santas” — isso não é racional, nem fomenta a fraternidade ou a caridade.

Mérito e demérito

Ninguém faz jus ao amor de Deus — Deus ama e sempre amará todas as suas criaturas, sejam elas boas ou más, porque Ele sabe que o mal é temporário, e que aquele que o pratica, o receberá de volta. No afã de serem amadas por Deus, quantas pessoas abdicam se suas vidas para viverem em contemplação, isoladas como eremitas, sem nunca praticarem um ato de bondade, sem arriscarem a se por a prova? Isto me lembra, uma comunicação mediúnica, onde uma freira ao chegar no mundo espiritual, ficou muito tempo aguardando a presença de Jesus ou Maria que deveriam ir recepcioná-la, pois sempre viveu na clausura, em oração e nunca fez mal a ninguém. Ora, que mérito ela teve nisso? Apenas perdeu sua encarnação…


Benção e maldição

Ninguém merece o castigo de Deus — Ninguém é melhor que ninguém perante a Deus para merecer sua benção, nem tão mau que mereça sua maldição. Todos nós temos aquilo que merecemos por plantio e colheita, e Deus espera que todos nós sejamos anjos um dia, afinal somos todos seus filhos. Deus criou, suas Leis, e a ela submeteu todas as coisas de sua criação, nos deu as oportunidades de aprendizado, o livre-arbítrio, o arrependimento, o perdão, a reparação, e essas são suas ferramentas para a nossa evolução. Ele não nos castiga, quem nos castiga, somos nós mesmos, através de nossas consciências. Ninguém será mandado por Ele ao céu ou ao inferno…

Tornam-se, as religiões, a única alternativa para o fiel ignorante, oprimido e pobre — potenciais escravizadoras das pessoas que sofrem doenças, culpas, miséria — algumas instituições religiosas vivem do sofrimento alheio, quanto maior a miséria, maior sua atuação. Introjetam-se nas mentes em sofrimento e as controlam, como verdadeiros obsessores que chegam ao ponto da subjugação de seus fiéis.

Sob a visão da Psicanálise

“Do ponto de vista psicológico, a religião é um fenômeno psíquico que existe de modo irracional, assim como o fato de nossa fisiologia ou anatomia. Se faltar esta função, a pessoa humana, como indivíduo, estará sem equilíbrio, pois a experiência religiosa é expressão da existência e funcionamento do inconsciente. Não é verdade que possamos ter êxito só com a razão e a vontade. Ao contrário, estamos sempre sob efeito de forças perturbadoras, que atravessam a razão e a vontade, isto é, são mais fortes do que as últimas duas […] precisamos da religião, ou seja, de cuidadosa atenção aos acontecimentos (religio é derivada de religere, e não de religare) e não de sofismas, supervalorização do intelecto racional” (Cf. Cartas à Piero Cogo, 21/09/1955. Cartas, v. II, p. 439).

O que podemos compreender, é que o Homem precisa de alguma forma, conectar seu psiquismo a algo transcendente, superior, maior que ele, que o eleve, que o faça se reconhecer como espírito imortal, o qual se obtém um aspecto psicológico positivo das religiões. Porém, nunca jamais, submeter-se às religiões que o tornem submissos, seres impensantes, que não servem a um único Deus, se não os próprios líderes religiosos.

Síndrome do Trauma Religioso

“Depois de 27 anos tentando viver uma vida perfeita, eu achei que tinha falhado… Eu tinha vergonha de mim durante todo o dia. Minha mente lutava contra ela mesma, sem alívio. Eu sempre acreditei em tudo que me foi ensinado, mas ainda assim pensava que não tinha a aprovação de Deus. Eu pensava que ia morrer no Armagedom (Fim dos Tempos no Apocalipse Bíblico). Durante anos, eu me machucava literalmente, cortava e queimava meus braços, para me punir antes que Deus o fizesse. Levei anos para me sentir curada.”

Esse relato é de um paciente de Marlene Winell, autora do “Leaving the Fold: A Guide for Former Fundamentalists and Others Leaving their Religion” — livro que, como diz seu título, é um guia sobre como se livrar das consequências de religião fundamentalista.

Winell cunhou o termo “Síndrome do Trauma Religioso”, STR (na sigla em português), para classificar os sintomas de pacientes que sofrem de transtornos mentais em decorrência da lavagem cerebral de religiões fundamentalistas.

É importante que não esqueçamos que esses absurdos ocorrem no cristianismo, no protestantismo, no islamismo, e outros ismos religiosos.

Temos ouvido falar de crianças excomungadas pela Igreja devido a seus pais não terem podido evitar uma transfusão de sangue que lhe salvou a vida, de linchamento de fiéis “possuídos por demônios” quando talvez apenas precisassem de ajuda terapêutica. E outros impropérios como autoflagelação, pessoas que se açoitam porque tiveram pensamentos libidinosos, Homens-bomba que se suicidam e matam milhares de pessoa em nome de uma “guerra santa”, e muitas outras atitudes originadas por um processo de hipnose coletiva, induções e manipulações doentias e coercitivas que causam enormes prejuízos psicológicos em nome de uma crença religiosa.

Na verdade, as religiões não são um problema, pois uma crença, uma fé bem vivida, tem papel muito importante na estruturação da psique humana e na cura de inúmeras doenças conforme comprovado cientificamente, além de importantes aspectos sociais que ela pode atender. O problema está em algumas Organizações Religiosas e sua sede de poder, de riqueza, interesses políticos e de satisfação de seus dirigentes, à custa de pessoas com a mente enfraquecida ou de pessoas perturbadas pela ausência de valores morais verdadeiros.


O Espiritismo, afinal, é uma religião?

Segundo Allan Kardec, o Espiritismo é uma Filosofia, uma Religião e uma Ciência.

Uma filosofia porque se calça no amor a sabedoria, uma investigação que ultrapassa a realidade conhecida e aparente, buscando dar um significado maior. É uma forma de pensar acerca de certas questões. A sua característica mais marcante é o uso de argumentos lógicos.

O estudo da filosofia não só nos ajuda a pensar claramente sobre os nossos preconceitos, como ajuda a clarificar de forma precisa aquilo em que acreditamos. Com a Filosofia, desenvolve-se uma capacidade para argumentar de forma coerente sobre um vasto leque de temas — uma capacidade muito útil que pode ser aplicada em muitas áreas.

Uma religião porque prega uma crença na existência de um poder ou princípio superior, sobrenatural, do qual depende o destino do ser humano e ao qual se deve respeito e obediência. E leva as pessoas a uma postura intelectual e moral que resulta dessa crença.

Uma ciência porque estuda fenômenos paranormais, não explicados pela ciência convencional. E que hoje são aprofundados pela física quântica e pela medicina. Nesta gama de fenômenos, temos a clarividência, a clariaudiência, a psicografia, a telepatia, a premonição, a obsessão e possessão espiritual, o desdobramento, as EQM (Experiências de Quase Morte), os relatos comprovados de reencarnação, entre outros…

Kardec sintetiza o conceito com a célebre frase: “Fé inabalável só o é a que pode encarar frente a frente à razão em todas as épocas da humanidade” . A ciência e a religião são duas alavancas da inteligência humana: uma revela as leis do mundo material e outra do mundo moral; E ambas as leis provém de Deus.

Nem tudo a ciência explicou, criou teorias. A teoria do Big-Bang — por ex. não explica quem o criou.

A psicologia estuda os comportamentos da mente humana, porém nem tudo pode ser atribuído a traumas de infância ou sexuais, e não existem traumas hereditários. Para explicar essas situações surge a psicanálise de Jung e a psicologia transpessoal.

A física quântica é a ciência que tenta explicar a existência de Deus. (Ex.: Boson de Highs — partícula que dá massa a todas as outras partículas do universo, já confirma que o pensamento gera energia e que essa energia não se dissipa quando o corpo físico morre).

A ciência é transitória no que se refere as suas próprias descobertas. O que ontem era uma verdade, hoje já está melhor esclarecido ou já foi substituído por outra comprovação.

A religião sem apoio nas verdades da matéria, é fantástica;

A incompatibilidade entre ciência e religião deve-se ao exclusivismo, ao orgulho e ceticismo de uns materialistas e outros religiosos.

E usa-se frequentemente a religião de forma inescrupulosa para impor crenças limitantes e para criar pessoas submissas que conquistarão o que buscam, somente se seguirem os dogmas ou as interpretações que seus líderes religiosos derem as escrituras sagradas, que talvez nem tenham sido escritas com esses propósitos a que servem hoje. E em muitos casos fabricam-se pessoas com transtornos psicológicos, que quando se libertam de seu jugo, tornam-se descrentes da vida e de Deus.

***

O SER HUMANO

“O ser humano vivência a si mesmo, seus pensamentos como algo separado do resto do universo — numa espécie de ilusão de ótica de sua consciência. E essa ilusão é um tipo de prisão que nos restringe a nossos desejos pessoais, conceitos e ao afeto por pessoas mais próximas. Nossa principal tarefa é a de nos livrarmos dessa prisão, ampliando o nosso círculo de compaixão, para que ele abranja todos os seres vivos e toda a natureza em sua beleza. Ninguém conseguirá alcançar completamente esse objetivo, mas lutar pela sua realização já é por si só parte de nossa liberação e o alicerce de nossa segurança interior.” (Albert Einstein)


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FONTES:

O Céu e o Inferno — Allan Kardec

O Livro dos Espíritos — Allan Kardec

https://pt.wikipedia.org/wiki/

http://veja.abril.com.br/blog/sobre-palavras/consultorio/religiao-vem-de-reler-ou-religar/

http://palavraseorigens.blogspot.com.br/2010/09/o-misterio-etimologico-da-religiao.html

http://jornalggn.com.br/noticia/os-grupos-de-midia-e-o-desrespeito-as-religioes

https://www.youtube.com/watch?v=-YhHILO0Mis

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