ALZHEIMER. O MAL QUE CRESCE ASSUSTADORAMENTE. É ORGÂNICO OU ESPIRITUAL?
- Moyses Araujo
- 25 de mai. de 2016
- 7 min de leitura

A doença de Alzheimer ou Mal de Alzheimer, é a forma mais comum de demência, e é classificada como um transtorno neurodegenerativo progressivo de causas ainda não completamente conhecidas, que vem despertando cada vez mais o interesse da ciência. É uma doença incurável cuja prevalência e incidência, aumentam significativamente com a idade. Muitos casos não recebem diagnóstico e tratamento específico.
As taxas estimadas de incidência e prevalência para a doença de Alzheimer, de acordo com o Estudo Longitudinal de Baltimore, demonstram que a taxa de incidência aos 60 anos é de aproximadamente 10% (Kawas et al., 1997, 2000; Zonderman, 2005).
A taxa dobra a cada cinco anos e, ao redor dos 85 anos, é 9 vezes maior do que aos 69 anos de idade.
MAS O QUE É O ALZHEIMER?
A Doença de Alzheimer (DA), descrita pela primeira vez em 1906 pelo cientista alemão Alois Alzheimer, caracteriza-se pela perda de funções cognitivas (memória, orientação, atenção e linguagem), causada pela morte de células cerebrais. Em consequência, a memória e o funcionamento mental são afetados, e outros problemas tomam curso como confusão, mudanças de humor e desorientação no tempo e no espaço.
A incidência da Doença de Alzheimer (DA) vem crescendo mundialmente na mesma medida em que aumenta a população acima dos 65 anos. A enfermidade é um tipo de demência que acomete 35,6 milhões de pessoas em todo o mundo, e no Brasil já atinge mais de 1,2 milhões de idosos. Porém pode atingir precocemente pessoas de outras faixas etárias. Ela atinge proporcionalmente mais mulheres do que homens, porém as mulheres vivem em média 5 anos a mais que os homens, o que não permite que se determine que o fator de risco esteja associado ao gênero.
QUAIS AS POSSÍVEIS CAUSAS E FATORES DE RISCO?
As causas do Alzheimer ainda não são determinadas pela ciência, existem apenas algumas hipóteses que norteiam os tratamentos.
Além da idade, acredita-se que exposição ou ingestão de substâncias tóxicas como álcool, chumbo, alumínio, e solventes orgânicos, medicamentos diversos, trauma craniano, exposição à radiação, estilo de vida, estresse, infecções, doenças imunológicas, câncer, altos níveis de colesterol e de homocisteína, a obesidade, diabetes, excesso de estimulantes como a cafeína, baixo nível de escolaridade, falta de atividades intelectuais, etc.
Não há comprovação de fatores genéticos predominantes, porém estudos mostram que ter uma pessoa com Alzheimer na familiar aumenta em duas vezes o risco esporádico da doença. Alguns pesquisadores sugerem que traumas cranianos repetidos, especialmente os com perda da consciência no passado, processos inflamatórios cerebrais e o chamado “stress oxidativo” podem estar envolvidos na causa da doença.
Muito embora a perda de memória seja predominante no Alzheimer, ela também pode ocorrer por depressão, traumas, efeito adverso de medicamentos, especialmente “calmantes” e hipnóticos, infecções , doenças endócrinas, diabetes mal cuidada, déficits nutricionais, etc.
De acordo com os especialistas, o cérebro de um paciente com a doença de Alzheimer, quando visto em necropsia, apresenta uma atrofia generalizada, com perda neuronal específica em certas áreas do hipocampo e também em regiões parieto-occipitais e frontais. A perda de memória causa a estes pacientes um grande desconforto em sua fase inicial e intermediária.

Na fase adiantada não apresentam mais condições de perceberem-se doentes, por falha da autocrítica.
Uma das peculiaridades do mal de Alzheimer é que seu diagnóstico é feito comumente por exclusão, ou seja, a partir da eliminação de outras hipóteses causais para o conjunto de sintomas de esquecimento apresentados pelo paciente. Mesmo porque a alternativa de biópsia cerebral, normalmente é descartada pelos pacientes.
É UMA DOENÇA ORGÂNICA OU ESPIRITUAL?
Estudos desenvolvidos pela Associação Médico-Espírita do Brasil orientam hipóteses de causas espirituais para a ocorrência da doença de Alzheimer, tais como a rigidez de caráter, a culpa, processos obsessivos graves, a depressão e os sentimentos enfermiços — ódio e mágoa — especialmente quando mantidos a médio e longo prazos.
A doença de Alzheimer, acima de tudo, é uma enfermidade que tem ressonância com uma solidão sombria e negativa, porquanto o portador dessa enfermidade passa a viver insulado em si mesmo.
SEGUNDO JOANNA DE ANGELIS:
O “mal de Alzheimer” tem raízes muito mais profundas na sua psicopatogênese, do que se possa imaginar à primeira vista.
Enfermo é o Espírito que, ao longo da existência, bombardeia inconscientemente os neurônicos com as cargas de energia negativa no seu cerne impressas, num tormentoso processo de recuperação de graves males causados ao próximo, portanto, em consequência, a si mesmo.
Na região do núcleo dorsal da rafe, onde geralmente têm lugar à base que processa as informações e se arquiva a memória, sob a ação deletéria dos pensamentos inconscientes de culpa, de amargura, de ressentimento, procedentes de outras existências de que o psicossoma se faz portador, trabalha o atrofiamento da região e as neurocomunicaçóes sofrem danos, iniciando-se o processo degenerativo.
Outros fatores endógenos também contribuem para esse desconforto, tais como os transtornos fóbicos, a insegurança emocional, os conflitos não resolvidos interiormente, constituindo-se um dos mais terríveis e afligentes para o indivíduo, que não tem consciência da sua extensão e, principalmente, para a família e os afetos, que se tornam desconhecidos, ignorados.
É, inegavelmente, um cárcere para o Espírito perder o contato com o mundo exterior e padecer a injunção dolorosa sem poder expressar-se.
EXPLICANDO UM POUCO MAIS
Questão 156 de O Livro dos Espíritos (OLE) é a primeira parte da resposta:
“A separação definitiva entre a alma e o corpo pode verificar-se antes da cessação completa da vida orgânica?”
“- NA AGONIA, ÀS VEZES, A ALMA JÁ DEIXOU O CORPO, QUE NADA MAIS TEM DO QUE A VIDA ORGÂNICA (…)”.
A vida na doença de ALZHEIMER se resumiria, praticamente, à vida orgânica VEGETATIVA, “a alma já deixou o corpo”, embora não definitivamente, pois isto só ocorre na desencarnação…
O que mantém a vida corporal é o “FLUIDO” VITAL e não o Espírito, a vida só se extingue pela exaustão dos órgãos e não pela ausência do Espírito (cf. resp. à questão 68 de OLE). O Espírito desliga-se definitivamente do corpo porque este está morto, mas não é o desligamento do Espírito que causa a morte do corpo…
Obviamente, ainda há uma ligação, muito tênue, entre o Espírito e o corpo de uma pessoa com a Doença de ALZHEIMER, mas o rompimento de tal ligação só não é definitivo porque a pessoa ainda não desencarnou, pois o Espírito nada mais tem a fazer estando o cérebro sem NENHUM controle seu… Sabemos que a alma desprende-se do corpo, pouco a pouco, gradativamente, nas doenças orgânicas, crônicas (cf. se depreende da resposta à questão 155-A de OLE) e, num grau avançado da Doença, acreditamos que a alma está quase totalmente liberta do corpo.
É fácil conceber-se, que sempre haverá um fator intencional significativoque irá liberar o fatalismo, no caso de fuga do espírito ou de incidência de processo obsessivo ou possessivo complexo.

Manoel Philomeno de Miranda nos relata que existe a possibilidade da implantação de artefatos complexos, como parasitas, que podem ser instalados por obsessores graduados, nos centros de memória de suas vítimas, capazes de levá-los á loucura, ao Alzheimer, ao catatonismo, à morte.
O que percebemos é que ocorre um abandono do corpo pelo espírito, uma experiência capaz de desligar as atividades cerebrais, de abreviar sua passagem pela vida.
Embora, possa-se concluir que o espírito não esteja se importando com o que esteja ocorrendo em sua vida atual, não resta dúvida que irá causar danos ao seu perispírito (*), que levará consigo as memórias de todo o sofrimento causado ao corpo físico. E conforme a ciência já dispôs, nosso DNA traz memórias…
Além dos fatores mediúnicos, existem “gatilhos” que podem acionar esses processos, os quais, irei mencionar em publicação mais detalhada.
TRANSTORNOS MENTAIS PODEM SER REFLEXOS DE VIDAS PASSADAS.
Equipes multidisciplinares em todo o mundo tem se dedicado ao estudo das causas e tratamento do Mal de Alzheimer, médicos psiquiatras e terapeutas especializados em Terapia Regressiva tem obtido sucesso na tratativa com subpersonalidades (ou obsessores) que assolavam pacientes. Atualmente faço parte de um grupo que pesquisa as causas da doença através da técnica de Ressonância Mental na Terapia Regressiva. Estarão sendo estudados os comportamentos de vários pacientes voluntários, portadores da doença, que serão tratados por essa técnica.
Oportunamente abordaremos mais detidamente o assunto, e se o leitor tenha algum caso, que já não esteja obtendo sucesso no tratamento convencional, por favor entre em contato, ficarei feliz em ajudar.
A doença de ALZHEIMER é uma PROVA extremamente difícil para os familiares e exige muita resignação e muito Amor no cuidado do ente querido. O conforto do lar e a acolhida amorosa da família, só em casos extremos, poderão ser substituídos.
Mantive minha mãe ao meu lado até o seu ultimo dia, e com todas as dificuldades, hoje tenho a certeza que foi a decisão que mais agradou a ela, a meus filhos, a minha esposa e a mim. Foi a forma que encontramos de retribuir-lhe todo o carinho e atenção dispensados à nós enquanto lhe foi possível. Incrível como a doença não lhe tirou o senso materno embora trocasse os nomes e confundisse as pessoas, várias vezes ela chamou o meu caçula, pelo meu apelido de infância; e ao outro, pelo nome de meu irmão; e ao mais velho pelo nome do irmão dela. Porém, o que nos chamava mais a atenção, era o fato de sempre, ela me chamar de “Papai”!
Até a próxima…
AMOR INCONDICIONAL
Um senhor de idade chegou a um consultório médico, para fazer um curativo em sua mão, na qual havia um profundo corte. E muito apressado pediu urgência no atendimento, pois tinha um compromisso. O médico que o atendia, curioso perguntou o que tinha de tão urgente para fazer. O simpático velhinho lhe disse que todas as manhãs ia visitar sua esposa que estava em um abrigo para idosos, com mal de Alzheimer muito avançado. O médico muito preocupado com o atraso do atendimento disse: — Então hoje ela ficará muito preocupada com sua demora? No que o senhor respondeu: -Não, ela já não sabe quem eu sou. Há quase cinco anos que não me reconhece mais. O médico então questionou: — Mas então para quê tanta pressa, e necessidade em estar com ela todas as manhãs, se ela já não o reconhece mais? O velhinho então deu um sorriso e batendo de leve no ombro do médico respondeu:
-Ela não sabe quem eu sou…
Mas eu sei muito bem quem ela é! (Autor desconhecido)
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“Embora ninguém pode voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar e fazer u m novo fim.” (Chico Xavier)
Fontes:
PT Wikipédia
Alzheimer Med
Abraz.org.br
O Consolador
AmePorto.org.pt Iso Jorge Teixeira
“Nos Bastidores da Obsessão” , Manoel Philomeno de Miranda — Divaldo Franco — FEB — 1970
(*) Perispírito é o liame entre o corpo espiritual e o corpo material.
Espero que tenham gostado, se gostaram não se esqueçam de curtir a página e a publicação para ajudar na divulgação do trabalho. Obrigado!
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