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TERROR NA NOITE. MEDO DE FANTASMA? INFLUÊNCIA DO MAL? OU DESEQUILÍBRIO MENTAL?

  • Moyses Araujo
  • 28 de mar. de 2016
  • 11 min de leitura

Terror na noite, ou terror noturno, ou pânico noturno, uma situação que afeta em média 15% da população infantil até 4 anos de idade, 10% entre os adolescentes e em média 5% de incidência entre adultos. Acredita-se que qualquer pessoa, passe por pelo menos um episódio desses por ano, indistintamente entre homens e mulheres. Porém, há casos em se torna frequente e com aumento de intensidade podendo gerar consequências sérias.

O QUE É?

É definido pela ciência como uma parassonia, um distúrbio do sono, caracterizado por gritos durante o sono acompanhado do semblante de terror como se a pessoa estivesse vendo algo terrível durante o sono. Geralmente começa com manifestações comportamentais de intenso medo (ainda durante o sono) culminando em um despertar súbito com grito de pânico e respiração rápida. O terror noturno habitualmente inicia durante a primeira parte do sono e dura cerca de 1 a 10 minutos. No adulto, é comum o despertar e a retomada do sono em seguida, sem a lembrança do que se passou. Na criança muitas vezes é preciso o acalento materno, embora raramente venha a se lembrar do episódio. Eventos estressantes e a sensação de insegurança (desamparo aprendido) aumentam a frequência dos episódios.

Não se confunda com pesadelos, que são sonhos com forte conteúdo emocional angustiante, que não necessariamente levam a despertar e ocorrem com muito mais frequência na população, sendo mais facilmente associados a seus eventos estressantes. Contudo, se se tornam frequentes podem levar a desgastes físicos e emocionais, insônia, medo de dormir, prostração diurna, e outros inconvenientes, ocasionando baixo rendimento intelectual, perda da vitalidade, etc., e nesse caso é recomendado auxílio médico e terapêutico.

O terror noturno, normalmente ocorre entre os primeiros quinze minutos de sono até às duas horas. Consiste-se de um ataque de terror agudo emergindo do sono profundo, ou sono REM (essa sigla vem de Rapid Eyes Moviment, onde conseguimos observar a pessoa adormecida nesse sono pelo movimento rápido de seus olhos sob as pálpebras). É comum ocorrer violentos movimentos corporais, agitação extrema, gritos, gemidos, falta de ar, suor, confusão, e em alguns casos, fuga da cama ou do quarto, comportamento destrutivo e agressão dirigida a objetos ou contra eles mesmos ou outras pessoas. Podendo ainda ocorrer em alguns casos, conjuntamente com sonambulismo. Muitas vezes a pessoa não se recorda do que sonhou, principalmente nas crianças onde o cérebro ainda não está bem amadurecido, e no adulto porque sua memória de longo prazo se fixa apenas nas informações mais importantes que ocorreram antes da pessoa adormecer.

Durante o ataque de terror noturno, existe uma superativação do sistema nervoso autônomo simpático, incluindo dilatação das pupilas, sudorese, aumento nas taxas respiratórias e cardíacas, e aumento na pressão arterial. A taxa do coração (taquicardia) pode aumentar até

160 a 170 batimentos por minuto (o normal geralmente é de 60 a 100 no adulto), os quais são maiores que aqueles ocorrendo durante os episódios de estresse mais graves.

Nas crianças após dois anos é possível que possam se lembrar de alguma coisa e descreverem seu sonho ruim, os pais de observarem o relato, porém buscar dissolvê-lo de forma bem natural e tranquila.

Não é recomendado que os pais acordem as crianças durante o episódio, nem procurem falar com elas, pois na verdade, mesmo que não pareça, ainda estão dormindo, ou podem nem sequer reconhecê-los. Basta que fiquem ao seu lado para evitar que se machuquem e para o caso de realmente despertarem, acolhe-la e fazê-la dormir novamente.

Crianças que fiquem muito cansadas durante o dia ou que não estejam dormindo o suficiente estão mais sujeitas a isso. Colocá-las para dormir mais cedo ou acorda-la rapidamente uma hora após ter adormecido pode ajudar a interromper esse padrão.

O QUE CAUSA?

A ciência ainda não conhece as verdadeiras causas, porém apontam a ansiedade extrema, estresse, e conflitos conscientes e inconscientes como fatores facilitadores. Nas crianças, febre, distúrbios emocionais e eventos traumáticos podem ser os causadores. Porém ainda não há comprovações científicas.

Sabe-se também que se torna mais comum em pacientes ansiosos e depressivos.

A medicina convencional pode tratá-lo com certas drogas psicoativas como antidepressivos, porém sua eficácia é baixa, causa sonolência diurna e dependência química e psicológica. A psicoterapia e também hipnose, biofeedback e terapias psicossensoriais, assim como homeopáticos (Hyosciamus niger, Chamomilla, Rheum, Kali bromatum e Zincum metallicum) podem ajudar bastante. Como metáfora na terapêutica com hipnose, podemos sugerir que a criança esteja envolvida numa roupa invisível que a protegerá durante o sono, essa sugestão tem se mostrado muito eficaz.

Algumas recomendações importantes são: Estabelecer horários regulares para dormir e acordar, evitar alimentos de difícil digestão à noite, música relaxante ou livro edificante antes de deitar-se, oração e meditação antes de dormir.

DIAGNÓSTICO

De acordo com a classificação internacional DSM-IV (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders) de distúrbios psicológicos, são os seguintes os critérios usados para diagnosticar o distúrbio do terror noturno:

* Episódios repetitivos de despertar abrupto do sono, geralmente durante o primeiro terço de hora de sono, começando com um grito de pânico;

* Medo intenso e sinais de excitação autonômica;

* Não-responsividade relativa aos esforços para confortar a pessoa durante o episódio;

* O paciente lembra-se de um sonho não detalhado e existe uma amnésia (esquecimento) do episódio;

* O episódio causa sofrimento ou prejuízo na vida social, trabalho ou outras áreas importantes da vida;

* O distúrbio não é devido aos efeitos diretos de uma droga de abuso ou medicação, ou condição médica geral.

A ABORDAGEM JUNGUIANA NA PATOGÊNESE DOTERROR NOTURNO

Sonhos aterrorizadores são parte da natureza humana: existem muito poucas pessoas que nunca tiveram um pesadelo uma vez na vida. Segundo a mitologia, os antigos pensavam que, durante o pesadelo, se era dominado por um “incubus” (um pequeno demônio feminino), que se sentava no tórax do sonhador, levando-o à sensação de sufocamento, dificuldades respiratórias, e um coração pesado e acelerado. A sua contraparte feminina chama-se “sucubus”. De acordo com o Malleus Maleficarum, ou “Código Penal das Bruxas”, os “succubus” recolhem sêmen dos homens com os quais copulam para que um “incubus” possa, durante o sono, então, posteriormente, engravidar mulheres. Crianças assim nascidas seriam supostamente mais suscetíveis às influências de demônios.

A simbologia da noite pode auxiliar na compreensão do Terror Noturno. Para os gregos, a Noite era filha do Caos e mãe do Céu (Urano) e da Terra (Gaia). Este fato aponta para as possibilidades opostas da Noite: elevação (Céu) ou ligações telúricas (Terra). O sono é a possibilidade de retorno, de sonhos profundamente reveladores — veículo de comunicação do Self com o ego — ou, ao contrário, palco de distúrbios desesperadores como o Terror Noturno.

“A noite percorre o céu envolta num véu sombrio, num carro puxado por quatro cavalos Brancos, seguida de suas filhas, as Fúrias”.

Da simbologia acima descrita, podemos deduzir que o Terror Noturno tem como base arquetípica o medo do escuro, do desconhecido, o encontro do indivíduo com as furiosas filhas da noite — as Fúrias.

Jung avalia que os Distúrbios do Sono, incluindo os pesadelos e o Terror Noturno, devem-se a estímulos poderosos, de ordem afetiva, que não se extinguem com a inibição da consciência durante o sono e, por isto, acompanham-no, dando-lhe uma tônica permanente.

Sintomas mentais correlacionados ao Terror Noturno (principalmente nas crianças)

• Há sintomas relacionados com o Medo ao Dano?

• Há sentimentos fortes de Culpa, que poderiam se relacionar com o Medo ao Castigo?

• Há delírios persecutórios, de julgamento e/ou condenação?

• Há ilusões ou sonhos aterrorizadores?

São sintomas que deverão ser avaliados nas sessões psicoterapêuticas para melhor compreensão do episódio. Segundo Jung, todo sintoma é uma tentativa de autocura do corpo. A ansiedade que leva ao medo, pode levar a fobia (que é um medo exacerbado e irracional) que decerto resultará em prejuízos ao organismo. Pode-se pensar na ansiedade que deve estar servindo como um elemento de proteção agindo de forma a preservar o corpo de alguma ameaça que, pela perspectiva do inconsciente, pode ser extremamente danosa.

Jung afirma: “O espírito do mal é o medo…”.

Nenhum de nós está a salvo de momentos de medo ou letargia. Mas uma hesitação da possibilidade de expandir a consciência, ou abrir o coração, nos manterá circunscritos em uma forma de infância espiritual, diariamente reativada pelo desejo de cuidados, o que sugere uma dificuldade de caminhar com os próprios pés. E assim, nos manterá afastados do nosso Eu Superior (Self) entregues a toda sorte e desequilíbrios.

Carl Gustav Jung, foi um menino que cresceu sob esses frequentes episódios de terror noturno, que acompanhados de fenômenos ocultos, conforme os denominava, o levaram a um profundo interesse sobre as coisas do mundo do além, o mundo espiritual. Organizou ainda jovem, reuniões mediúnicas em casa, enquanto ainda era estudante de medicina. E aprofundou-se no estudo desses fenômenos, onde acreditava piamente na interferência cósmica pelo mundo espiritual, e pôde ainda encontrar amparo de suas conclusões na física quântica quando já se encontrava com quase 80 anos.

EXPLICAÇÃO ESPÍRITA

Durante muito tempo, havia a ideia de que a criança não sofria atuações de obsessores, de que era cercada de defesas naturais suficientes para impedir que isso ocorresse, como, por exemplo, a presença de seu anjo guardião, ou espírito protetor.

A prática, porém, mostrou outra realidade. Assim, muitos dos problemas apresentados na infância, aos poucos, foram sendo identificados como presenças de espíritos perseguidores, evidenciando que processos obsessivos também atingem as crianças.

Nossas crianças já foram adultos no passado, em outras vidas, e por isso mesmo trazem consigo o compromisso contraído com espíritos que com ela estavam encarnados em outras existências. E dentro dessa ótica, podemos afirmar que o mesmo ocorre com adolescentes e adultos que também podem sofrer de episódios de terror noturno.

A ação dessas entidades algozes se mostra de diferentes maneiras, desde as perturbações do sono, causando pesadelos que infundem o terror noturno, tanto quanto provocando inquietação, irritação, medo, agressividade, mudança de comportamento, depressão, tristeza, complexos diversos, perturbações de aprendizado, até suscitando ideias terríveis de maldades, suicídio, etc.

Também é importante salientar, que muitas vezes os obsessores espirituais procuram atingir as crianças, não porque tenham vínculos com elas, mas porque desejam agredir os pais. De uma forma geral, sempre procuram nos atingir pelos nossos pontos fracos.

É aí que entra o poder da oração, que deve ser feita a nosso favor e de nossos filhos, como também a favor de todas as entidades que estiverem atuando como obsessores no episódio.

Isso pode também estar relacionado ao sentido da mediunidade, ou da vidência, pois sabemos que nossa mente funciona como uma antena que capta e envia sinais pelo mundo material e psíquico, ou espiritual.

A mediunidade nos primeiros anos de vida sempre foi mais evidente, e a explicação é simples, as ligações entre o corpo físico e o espiritual são bem mais flexíveis permitindo que a criança veja e converse com desencarnados ou mesmo elementais que estão ali, mas que os adultos não são capazes de perceber. Pessoas desavisadas atribuem isso à imaginação fértil e, logo passam a ignorá-las e até a criticá-las; deixam a criança falando sozinha e, essa atitude pode trazer uma série de problemas psicológicos em breve futuro. O correto é indagar de forma sutil e desinteressada, estimulando-as a reportarem seus diálogos quando ocorrem e a pedir-lhes que descrevam o que estão vendo, ou o que sonharam, e, a dar-lhe crédito; lógico que o senso crítico de cada um define até onde isso pode levar e a buscar ajuda adequada quando se faça necessário. Outro fato comum é a facilidade com que muitas crianças acessam os arquivos de vidas passadas; nesse caso também é preciso que se dê atenção e que o senso crítico defina a conduta posterior.

É cada vez mais frequente o numero de adultos buscando a Terapia Regressiva para conseguir respostas a episódios de pesadelos recorrentes, terror noturno, ansiedade, fobia, depressão, visto que se entopem de remédios psicotrópicos que de nada adiantam.

“Ora, ao efeito precedendo sempre a causa, se esta não se encontra na vida atual, há de ser anterior a essa vida, isto é, há de estar numa existência precedente. “Allan Kardec

O Evangelho Segundo o Espiritismo — Capítulo v: item 6.

Sombrio é o panorama da atualidade terrena. A mídia divulga a todo o momento quadros dolorosos de miséria, crueldade, terrorismo, tortura, guerras, tudo isto a expressar as condições evolutivas da Humanidade. Entretanto, numa visão mais profunda, o Espiritismo esclarece as causas dos desencontros e dos sofrimentos que assolam os seres humanos, ao mesmo tempo em que desvenda o contínuo intercâmbio mental entre os dois mundos e seus habitantes, encarnados e desencarnados. Esta interação, todavia, nem sempre é positiva e benéfica. Tanto lá como aqui, as criaturas são as mesmas, com suas paixões e vícios, suas virtudes e conquistas positivas.

Conforme foi dito nos capítulos anteriores, também as crianças participam deste mesmo intercâmbio, de forma natural, sem que se deem conta disso, seja pela aproximação de seus espíritos protetores, seja pela presença de desafetos do passado ou de antigos comparsas.

Crianças obsediadas — espíritos milenares vinculados ao passado e, muito frequentemente, sintonizados com desafetos, hoje perseguidores/ vingadores que se aproximam para cobrar o que julgam lhes ser de direito e justiça.

A ação dessas entidades inferiores se mostra de diferentes maneiras, desde as perturbações do sono, causando pesadelos que infundem o terror noturno, tanto quanto provocando inquietação, irritação, medo, agressividade, mudança de comportamento, depressão, tristeza, complexos diversos, perturbações de aprendizado, até suscitando ideias terríveis de maldades, suicídio, etc.

Ao nos depararmos com uma criança que, submetida a exames clínicos, apresente comportamento de patologia não compreensível pela medicina terrestre, devemos buscar causas espirituais para o caso.

Livro: Obsessão/Desobsessão — Suely C. Shubert

“Pequeninos seres que se nos apresentam torturados, inquietos, padecentes de enfermidades impossíveis de serem diagnosticadas, cujo choro aflito ou nervoso nos condói e impele à prece imediata em seu benefício, são muita vez obsediados de berço. Outros se apresentam sumamente irrequietos, irritados, desde que abrem os olhos para o mundo carnal. Ao crescerem, apresentar-se-ão como crianças-problema, que a Psicologia em vão procura entender e explicar”.

Diante de um quadro destes, os pais mais previdentes logo encaminham os filhos para médicos e psicólogos, cujo valor desses profissionais reconhecemos, mas que no âmbito das patologias espirituais quase nada poderão fazer.

O tratamento espiritual abrange alguns aspectos extremamente necessários à recuperação da criança e familiares.

Salmo 91 — Versículos 5 e 6: “Não temerá o terror noturno, nem a flecha que voa de dia, nem a peste que se espalha nas trevas, nem a destruição que grassa ao meio-dia”:

Você nunca deve ir dormir sem antes penetrar no espírito do perdão para si mesmo e todos os outros. Liberte-os a todos em Deus e deseje-lhes as bênçãos da vida. Faça questão de dormir em paz e despertar com alegria. Seu subconsciente amplifica tudo aquilo que você depositar nele. Contemple as grandes verdades de Deus antes de dormir e repousará em paz e se sentirá descansado e refeito pela manhã.

A flecha que voa de dia e a destruição que grassa ao meio-dia se referem aos pensamentos e sugestões negativas que você ouve durante o dia, além das vibrações negativas da mentalidade massificada na qual estamos todos imersos. Se você continuar orando, restará muito pouco espaço em sua mente para estas sugestões negativas da mentalidade preconceituosa que penetram em todos nós.

A destruição do meio-dia representa os problemas diurnos, dificuldades e empecilhos de que você tem conhecimento, bem como problemas financeiros ou conflitos emocionais com os outros. Você sabe que invocando a Presença Infinita e Benéfica, sua lei e ordem, obterá resposta, trazendo ao seu ambiente, harmonia e paz.

O terror noturno e a peste que se espalha nas trevas podem se referir aos conflitos ocultos em seu subconsciente, moléstias iminentes, ou às atividades de pessoas que tentam abalá-lo agindo às ocultas. Você é aconselhado a não temer, porque a sabedoria do mais profundo de sua mente lhe revelará qualquer dificuldade oculta, vinda de qualquer fonte.

Portanto, caros leitores, medo de fantasma ou de espíritos, ou ação do Mal sobre nossas vidas, podem estar intimamente correlacionados ao que fomos, fizemos, pensamos, nessa ou noutra existência, e também a influências do que vemos nas mídias viciosas e sanguinolentas, nos relacionamentos tensos e sem amor, numa casa que não se faça um lar de amor, paz, respeito e união. E certamente, se não tivermos o bom-senso de procurar ajuda antes que seja tarde, poderá se transformar num sério desequilíbrio mental que nos leve ao sofrimento e a doenças psicossomáticas de difícil libertação.

Há correntes divergentes sobre qual atitude é mais acertada a se tomar, quando a criança se recusa a dormir a noite em seu berço no seu quarto. Alguns profissionais defendem que esse corte de “cordão umbilical” deve ser feito, para que a criança já comece a se tornar independente, e se a criança apresentar crises de terror noturno, a saída é buscar ajuda profissional. Entretanto, outros especialistas garantem, que a criança que se sente acompanhada, segura e amada, crescerá mais fortalecida. Penso que o importante, é termos o bom senso e sabermos avaliar se estamos sendo omissos ou superprotetores, e principalmente, se estamos levando em conta também, possíveis influências espirituais que estejam fazendo parte do episódio, e assim, tomando paralelamente, as medidas que se façam necessárias no campo da espiritualidade.

“Deus é alegria. Uma criança é alegria. Deus e uma criança têm isso em comum: ambos sabem que o universo é uma caixa de brinquedos. Deus vê o mundo com os olhos de uma criança. Está sempre à procura de companheiros para brincar “ (Rubem Alves).

Fontes:

Wikipédia, Manual de Formação Junguiana, Manual de Psicologia Energética, O Evangelho Segundo o Espiritismo, Obsessão/Desobsessão — Suely C. Schubert, sites da internet.

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